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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Brasília terá primeira Central de Libras

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Brasil ganha primeira Central de Libras

Os deficientes auditivos do Distrito Federal vão ganhar a primeira Central de Libras do Brasil. O projeto ajudará a pessoa a se comunicar com ouvintes dos setores público e privado. O trabalho da Central de Libras será agendar o serviço de intérprete. O deficiente auditivo e seu acompanhante poderão solicitar o serviço via e-mail, mensagem de celular ou ligação comum.

A Central deve começar a funcionar em novembro e a expectativa é fazer cerca de 180 atendimentos por mês. Serão investidos cerca de R$ 350 mil nas obras do projeto. O serviço será executado gratuitamente por um ano, depois será cobrada uma taxa simbólica para manutenção da Central. Os números para agendar o serviço ainda não foram definidos.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 5,7 milhões de brasileiros são deficientes auditivos. O Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência do Brasil será o responsável por implementar o programa.

O termo de criação da Central de Libras foi assinado semana passada pelo chefe de gabinete do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Alexandre Navarro, pelo secretário de Inclusão Social do MCT, Joe Valle, e pelo presidente do Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência do Brasil (Icep), Sueide Miranda.

Fonte: Em Questão
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Revolução em leitura para deficientes visuais

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Da escrita à fala, software especial para deficientes visuais. Gratuito.

Deficientes visuais ganham benefício

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) disponibilizou em seu endereço eletrônico a tecnologia Mecdaisy – um conjunto de programas que transforma textos escritos em texto digital falado. Com este programa, as pessoas que possuem algum tipo de deficiência visual poderão ter mais facilidade para realizar leituras e se localizarem no texto. Para baixar o arquivo, basta acessar o site do Ministério (www.mec.gov.br). A distribuição é feita de forma gratuita.

A tecnologia segue o padrão internacional Daisy (sigla em inglês de Sistema Digital de Acesso à Informação), e possui um sintetizador de voz para narração e instruções de uso feitas em português brasileiro. Além disso, qualquer pessoa poderá produzir livros digitais falados. O programa promete fazer com que a leitura dos deficientes visuais seja feita de maneira mais autônoma, sem necessidade de ajuda de outra pessoa.


O Ministério promete que qualquer texto poderá ser lido com a tecnologia. O programa também descreve as figuras, gráficos e imagens presentes no documento a ser lido. O leitor também poderá inserir anotações e marcações no decorrer do texto. A clássica maneira de leitura, feita em braille, é uma opção disponível para impressão.

Para consolidar a ferramenta, que foi desenvolvida em parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foram investidos R$ 680 mil reais. Mais de 50 centros de produção do livro receberão R$ 180 mil cada para criar acervos digitais acessíveis. Os próximos editais dos programas de livros já terão o formato digital contemplado.

De São Paulo, da Radioagência NP, Ana Maria Amorim.

25/06/09

Fonte: Radio Agencia NP

Fonte da Imagem


Nova tecnologia torna livros acessíveis a alunos cegos

Acesse aqui o instalador do MEC/DAISY
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